Quando optar por uma gráfica digital?

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Gráfica digital, também chamada de gráfica rápida, como o próprio nome indica, a gráfica rápida se diferencia da gráfica off-set, primeiramente pela agilidade do serviço de impressão mais rápido do que aquele obtido em serviços de off-set para pequenas e médias tiragens.

A razão da rapidez não tem segredo: na impressão digital, a transferência das imagens é feita pelo processamento digital dos arquivos, imprimindo todas as cores de uma única vez sobre o substrato. O tempo inicial de setup do equipamento é praticamente zero, o que reduz em muito o prazo de produção, sendo que em poucos minutos se imprime a primeira unidade

Já na impressão offset temos: CD ou arquivo, fotolito (ou CTP), chapa e ai vai para a impressora. Percebemos como o esse processo offset é maior, o que o torna mais demorado, por isso que o processo digital é mais rápido e tem menor custo na pequena tiragem.

No meio editorial, a gráfica digital também apresenta vantagens, por possibilitar a impressão sob demanda, também conhecido como POD (Print on demand), que é um modelo de negócio em que as cópias de um livro, ou outro documento, são impressas somente quando encomendado, tirando a ideia de que publicar um livro é impossível para pequenos autores. Isto significa que um autor pode optar pela impressão de 50,100 ou 1000 exemplares de sua obra, muitas vezes sem a necessidade de contratos de produção mínima.

Esse advento diminui os gastos com transporte e impede que haja o encalhe da obra. Outra vantagem é que o livro nunca estará esgotado, pois pode ser impresso a qualquer momento. Por fim, caso haja o desejo de se fazer uma nova edição, com mudanças no texto original, basta atualizar os arquivos. Nesse caso, como não há estoque, não haverá descarte de material e perda de investimento.

Em relação aos títulos que uma editora lança atualmente, menos de 5% deles são best-sellers, em torno de 25% são títulos de vendagem mediana, ou seja, 70% dos títulos são de baixa vendagem e “carregados” pelos outros 30%; dessa maneira, a editora pode produzir essa linha dos 70% dos títulos chamados de fundo de catálogo. A POD pode gerar receita lucrativa e não drenar recursos dos outros 30%.

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