Você conhece a força da mídia impressa?

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A internet veio para mudar totalmente a forma como as pessoas se comunicam. Essa transformação atingiu, por consequência, todos os meios de comunicação. A velocidade do online provocou uma revolução na publicidade. Na última década, muitas agências e anunciantes previram a morte dos veículos impressos.

Não faltaram especialistas para dizer que marcas tradicionais do jornalismo, como The New York Times, The Wall Street Journal, The Economist, Le Monde, Time e Der Spiegel, estariam condenadas a exclusão, caso não embarcassem em uma estratégia profunda de digitalização.

Os leitores tendem a reter mais informações quando leem no papel, em comparação ao meio digital. Por esse motivo, os anunciantes devem se preocupar mais nesse tipo de mídia, em vez de se guiar apenas pelo tempo gasto em cada veículo. Trata-se de uma grande mudança de posicionamento dos publicitários, que não devem ignorar esse tipo de mídia.

O que importa é a qualidade da informação

Nesse ponto, os veículos impressos, mais tradicionais, ganham no quesito credibilidade e padrão de jornalismo. Nos últimos anos, a grande maioria dos “furos” jornalísticos que precipitaram grandes acontecimentos no País, veio das revistas. As revistas impressas mantêm viva a tradição do jornalismo relevante e de qualidade.

A forma mais eficiente de se construir marcas fortes e com grande reputação é por meio do uso de veículos de mídia que produzem bom conteúdo. Não é verdade, também, que a circulação de revistas e jornais esteja caindo vertiginosamente. No ano passado, as revistas sofreram uma leve redução de tiragem, em parte compensada pelo crescimento das edições digitais, mesmo na internet, as pessoas preferem os veículos tradicionais. No caso dos jornais, a tiragem se manteve estável, com crescimento, também, do meio digital e das assinaturas.

Um estudo, encomendado pela Two Sides feito na Inglaterra, mostra que 84% das pessoas pesquisadas  entendem, absorvem ou usam informações que foram impressas ou lidas em papel bem melhor que as informações recebidas por meio de um dispositivo digital. Além disso, 83% demonstraram preferência para ler em  papel, especialmente quando se trata de temas mais complexos.

A pesquisa revelou, ainda, que 79% dos entrevistados acham que as mídias impressas são mais relaxantes de se ler, enquanto 60% dos usuários de dispositivos móveis e smartphones preocuparam-se com o fato de que esses dispositivos possam estar prejudicando sua saúde.

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